Vai chegarrrrrrr, vai chegar hojeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE.
Não tenho espaço para tanto sorriso, por mais larga que esteja minha caroça.
=D
quinta-feira, 5 de março de 2009
Meu Deus, como estou tristinha.
Vindo para Miami, conexão em Dalas. Uma das minhas malas não chegou ao destino final. A mais importante, com tudo meu. A mala que veio eu deixaria no cofre do aeroporto sem problemas, por não precisar de mais nada que tem nela.
Tudo que eu comprei nesses meses com o suor do meu difícil trabalho está na outra mala. Ontem chegaram na cidade mais cinco vôos vindos de Dalas e nada. Minhas esperanças estão acabando e a calma de ontem já não está tão presente. Acordei ás sete e descobrindo que não tenho bagagem ainda, não voltei a dormir. Precisava desabafar. Acho que precisava de um colo mesmo.
A gente passou muito perrengue nessa viagem, mas esse já é demais. Não precisava, juro.
Vindo para Miami, conexão em Dalas. Uma das minhas malas não chegou ao destino final. A mais importante, com tudo meu. A mala que veio eu deixaria no cofre do aeroporto sem problemas, por não precisar de mais nada que tem nela.
Tudo que eu comprei nesses meses com o suor do meu difícil trabalho está na outra mala. Ontem chegaram na cidade mais cinco vôos vindos de Dalas e nada. Minhas esperanças estão acabando e a calma de ontem já não está tão presente. Acordei ás sete e descobrindo que não tenho bagagem ainda, não voltei a dormir. Precisava desabafar. Acho que precisava de um colo mesmo.
A gente passou muito perrengue nessa viagem, mas esse já é demais. Não precisava, juro.
terça-feira, 3 de março de 2009
Então, tô aqui nessa tal de California, encostada no mochilão de uma das suecas do meu quarto do albergue, que é o local mais confortável do momento. Essas suecas, que bem aqui cabe dizer, foram a tortura reservada a nós. Eu e Mari caímos no mesmo quarto da dupla. Duas loiras, uma platinada, bem Paris Hilton, outra mais melzinho; magras na medida, maravilhosas e bem vestidas para quem está "viajando o mundo há uns meses". Até a unha elas fizeram. Já diria meu pai: "Quem pode pode, quem não pode se sacode".
A primeira parada foi San Francisco, depois de toda a mini-dor-de-cabeça do aeroporto/avião. Bastante agradável, me fez gastar um dinheiro. Lá eu encontrei meu óculos, lá eu comprei minhas maquiagens. Passamos uns bons dias. É um dos lugares de maior custo de vida, e essa frase basta por si só.
Vimos muita gente esquisita. O Tenderloin - local para não se ir, já diria o Troy - proporciona à cidade uma variedade de estilos. Nenhum agradável. Eu e Mari parecíamos umas malucas, de tão espertas que ficamos. No ônibus que pegamos do aeroporto, enquanto conversámos com as pessoas, fomos assustadas a ponto de escutarmos que poderiam colocar uma arma na nossa cabeça. (Peraí, eu não tinha saído do Brasil?)
Assim, a cada figura que cruzávamos, dávamos aquele pique com o corpo tensionado, típico do carioca. No último dia na cidade, chegamos a sair de um ônibus devido a um cidadão que resolveu até mudar de banquinho para se chegar mais pra perto. Marquinho, tadinho, ingênio (e mostrando ser de BH), foi curto e grosso: "Porra, vcs não estão no Rio, não!". Mais uns dias com a gente e ele ficou ligeirinho, já até nos mandava entrar "na loja mais próxima".
Vale a pena ir a San Francisco, rende belas fotos. Mas acho que não vale voltar...
Hollywood. O que é Hollywood?
Chegamos com os pés pelas mãos, errando o primeiro ônibus pego ao descer do de passeio e chegando quase na periferia. Apesar da agradabilidade do hostel, a cidade fez de tudo para me decepcionar. E foi muito bem-sucedida.
Sentia-me em Copacabana, com todo aquele luxo decadente. Um glamour inexistente, que não se sabe de onde veio. Era andar até a calçada da fama e dizer "É isso aqui??" na hora de chegar.
No segundo dia, foms às praias. A surpresinha foi encontrar o Papa por lá, sem marcar. Santa Mônica e seu píer, adorável visual. Com carrousel e roda gigante. Já Venice Beach, meldels. Era gente catando lixo, cheiro ruim, barraquinhas das mais pobrezitas. Me senti da Praia da Bica e ponto final. Zarpamos de lá o quanto antes, sem nem vermos o letreirozinho. Para completar, o perrengue do taxi. Com a sorte que temos, é claro, pegamos um taxista filho-da-puta que não queria nos levar para a bus station que queríamos. Tentou dizer que não estava funcionando, mas acabou dando umas belas voltas para chegar no mesmo lugar. Finalizando, fez um escândalo porque queria mais dinheiro, porque havíamos tirado ele do ponto bem-frequentado para uma viagem curta. A tensão foi tanta que nosso amiguinho até teve que gritar, o que não é algo tão frequente assim...
Ah, e Hollywood não vale nem a primeira ida, a quem interessar possa.
Assim, chegamos a San Diego, no hostel melhor localizado, na quinta avenida, cercado de restaurantes do mais alto escalão. Sábado a noite, bombando, e nós não podíamos entrar em um clubezinho sequer. Por aqui, fomos A Harbor, Old Town, Zoo e amanhã tem Coronado.
Como a taxa aqui é a menor, compramos presentinhos.
Ontem, tomando sorvete, eu e Mari conhecemos uns brasileiros. Fomos com eles até uma pseudo-festa. Mega-coincidentemente, eram do memso grupo do Glauber, um menino que eu conheço do Rio (que, na verdade, conheci numa viagem à Gramado). Legal de dizer.
=]
Acabei de arrumar minhas malas há pouco. Amanhã é dia de check out no hostel e hang out o dia inteiro até que dê a nossa hora de partir.
Adorable!
A primeira parada foi San Francisco, depois de toda a mini-dor-de-cabeça do aeroporto/avião. Bastante agradável, me fez gastar um dinheiro. Lá eu encontrei meu óculos, lá eu comprei minhas maquiagens. Passamos uns bons dias. É um dos lugares de maior custo de vida, e essa frase basta por si só.
Vimos muita gente esquisita. O Tenderloin - local para não se ir, já diria o Troy - proporciona à cidade uma variedade de estilos. Nenhum agradável. Eu e Mari parecíamos umas malucas, de tão espertas que ficamos. No ônibus que pegamos do aeroporto, enquanto conversámos com as pessoas, fomos assustadas a ponto de escutarmos que poderiam colocar uma arma na nossa cabeça. (Peraí, eu não tinha saído do Brasil?)
Assim, a cada figura que cruzávamos, dávamos aquele pique com o corpo tensionado, típico do carioca. No último dia na cidade, chegamos a sair de um ônibus devido a um cidadão que resolveu até mudar de banquinho para se chegar mais pra perto. Marquinho, tadinho, ingênio (e mostrando ser de BH), foi curto e grosso: "Porra, vcs não estão no Rio, não!". Mais uns dias com a gente e ele ficou ligeirinho, já até nos mandava entrar "na loja mais próxima".
Vale a pena ir a San Francisco, rende belas fotos. Mas acho que não vale voltar...
Hollywood. O que é Hollywood?
Chegamos com os pés pelas mãos, errando o primeiro ônibus pego ao descer do de passeio e chegando quase na periferia. Apesar da agradabilidade do hostel, a cidade fez de tudo para me decepcionar. E foi muito bem-sucedida.
Sentia-me em Copacabana, com todo aquele luxo decadente. Um glamour inexistente, que não se sabe de onde veio. Era andar até a calçada da fama e dizer "É isso aqui??" na hora de chegar.
No segundo dia, foms às praias. A surpresinha foi encontrar o Papa por lá, sem marcar. Santa Mônica e seu píer, adorável visual. Com carrousel e roda gigante. Já Venice Beach, meldels. Era gente catando lixo, cheiro ruim, barraquinhas das mais pobrezitas. Me senti da Praia da Bica e ponto final. Zarpamos de lá o quanto antes, sem nem vermos o letreirozinho. Para completar, o perrengue do taxi. Com a sorte que temos, é claro, pegamos um taxista filho-da-puta que não queria nos levar para a bus station que queríamos. Tentou dizer que não estava funcionando, mas acabou dando umas belas voltas para chegar no mesmo lugar. Finalizando, fez um escândalo porque queria mais dinheiro, porque havíamos tirado ele do ponto bem-frequentado para uma viagem curta. A tensão foi tanta que nosso amiguinho até teve que gritar, o que não é algo tão frequente assim...
Ah, e Hollywood não vale nem a primeira ida, a quem interessar possa.
Assim, chegamos a San Diego, no hostel melhor localizado, na quinta avenida, cercado de restaurantes do mais alto escalão. Sábado a noite, bombando, e nós não podíamos entrar em um clubezinho sequer. Por aqui, fomos A Harbor, Old Town, Zoo e amanhã tem Coronado.
Como a taxa aqui é a menor, compramos presentinhos.
Ontem, tomando sorvete, eu e Mari conhecemos uns brasileiros. Fomos com eles até uma pseudo-festa. Mega-coincidentemente, eram do memso grupo do Glauber, um menino que eu conheço do Rio (que, na verdade, conheci numa viagem à Gramado). Legal de dizer.
=]
Acabei de arrumar minhas malas há pouco. Amanhã é dia de check out no hostel e hang out o dia inteiro até que dê a nossa hora de partir.
Adorable!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Foi difícil ir embora, confesso.
Não pelo trabalho, mas pelos rostinhos que ficarão perdidos. Pessoas que nunca mais verei. É tão triste pensar nisso. Mas passa.
Na última semana em Bartlett, destaque para nossa tentativa de ski. Deveras divertido (acredito que mais ainda para quem estava nos assistindo). Eu e Mariana fomos bem-sucedidas na parte "tapete mágico", onde crianças de dopis anos aprendem a esquiar. Fora dele, foi o meu tombo logo após sair do lift, batendo com a cabeça, e a minha percepção de que não tinha aprendido a freiar e já era um pouco tarde. Tive que me jogar na neve para não rolar montanha abaixo. Desastrinho, descemos caminhando sem os skis. Contentação em voltarmos para a parte infantil apenas para mais algumas tentativas, dessa vez com a câmera na mão, o que compensou bastante o esforço.
O último dia me fez gastar as lágrimas, quem diria.
Deixamos New Hampshire depois de uma noite de festa. Pegamos o ônibus para o aeroporto de Boston pela manhã. Chegando lá, direto a uma balança. Depois de uns três dias gastos para resolver o peso das malas, o que ia ficar por lá e como dividir tudinho nas minhas duas de carrindo e em uma de mão, voltamos ao marco zero. As minhas duas de rodinha passavam uns dois quilos e a de mão estava de fato pesada. Sem contar a atravessada com o computador e a câmera. Sentamos, eu e Mari, no banquinho mais próximo à balança para começarmos a tirar nossas coisas. Muito ficou, muito a Mari vestiu, muito eu demorei para chegar ao peso qua-se ideal. Mas foi assim mesmo, good enough. Mais algumas horas esperando e vamos lá. O vôo ainda atrasou três horas. Dentro do avião, com tudo acertado, não partíamos por algum problema na iluminação e pela demora da manutenção. Até o esperado aviso de que teríamos que trocar de avião. U-hul.
Passados os perrengues do metrô, da estação de ônibus, da mula quebrada, da queda do lift do ski, das malas caberem no taxi, mais esse. Ainda bem que não planejamos ir a lugar algum de barco.
Mais um dia viajando e assim economizamos uma noite de albergue.
Não pelo trabalho, mas pelos rostinhos que ficarão perdidos. Pessoas que nunca mais verei. É tão triste pensar nisso. Mas passa.
Na última semana em Bartlett, destaque para nossa tentativa de ski. Deveras divertido (acredito que mais ainda para quem estava nos assistindo). Eu e Mariana fomos bem-sucedidas na parte "tapete mágico", onde crianças de dopis anos aprendem a esquiar. Fora dele, foi o meu tombo logo após sair do lift, batendo com a cabeça, e a minha percepção de que não tinha aprendido a freiar e já era um pouco tarde. Tive que me jogar na neve para não rolar montanha abaixo. Desastrinho, descemos caminhando sem os skis. Contentação em voltarmos para a parte infantil apenas para mais algumas tentativas, dessa vez com a câmera na mão, o que compensou bastante o esforço.
O último dia me fez gastar as lágrimas, quem diria.
Deixamos New Hampshire depois de uma noite de festa. Pegamos o ônibus para o aeroporto de Boston pela manhã. Chegando lá, direto a uma balança. Depois de uns três dias gastos para resolver o peso das malas, o que ia ficar por lá e como dividir tudinho nas minhas duas de carrindo e em uma de mão, voltamos ao marco zero. As minhas duas de rodinha passavam uns dois quilos e a de mão estava de fato pesada. Sem contar a atravessada com o computador e a câmera. Sentamos, eu e Mari, no banquinho mais próximo à balança para começarmos a tirar nossas coisas. Muito ficou, muito a Mari vestiu, muito eu demorei para chegar ao peso qua-se ideal. Mas foi assim mesmo, good enough. Mais algumas horas esperando e vamos lá. O vôo ainda atrasou três horas. Dentro do avião, com tudo acertado, não partíamos por algum problema na iluminação e pela demora da manutenção. Até o esperado aviso de que teríamos que trocar de avião. U-hul.
Passados os perrengues do metrô, da estação de ônibus, da mula quebrada, da queda do lift do ski, das malas caberem no taxi, mais esse. Ainda bem que não planejamos ir a lugar algum de barco.
Mais um dia viajando e assim economizamos uma noite de albergue.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Minha sorte de hoje dizia: Pratique exercícios.
E assim o fiz, de forma belíssima.
Estava eu carregando todas as minhas tralhas após um longo dia de trabalho, cheia de bolsas com produtos de limpeza e lixo, e, tcharaaaammmm: Estabaco-me no gelo. Caio em cima do meu joelho. Crise de choro.
Que sensação horrível. Que situação desconfortável. Tá mega inchado. E eu, tendo que tirar a joelheira de um pra por em outro. Uhuuu, juventude.
Mas seguro que meu santo é forte, se seguro.
Ainda pretendo esquiar depois de amanhã, com os dois joelhos machucados. Que beleza!
Após a pseudo-mini-tragédiazinha, fui trabalhar no Matty B`s. Já deveria estar com meu senso de humor apuradíssimo para ter ânimo pra trabalhar depois do acontecido, e assim estava. Nosso chefinho simpaticíssimo não perdeu oportunidade alguma de ser irônico conosco, assim como nós duas fazemos a todo momento. De repente, surge ele me colocando para lavar um treco que eu já tinha limpado. Eu avisei e ele me mostrou sugeira. Falei que tinha colocado na máquina, ele disse que colocar na máquina qualquer um coloca e blablabla. Aí eu resolvi imitá-lo quando ele nos pede pra esfregar melhor as coisas (do mesmo jeito unicíssimo com que pede pra fazer qualquer outra coisa). Acho que o homem não acreditou que eu tava fazendo aquilo. Eu ri, afinal, só faltava atuar na cara dele mesmo, porque todo mundo já tinha me visto naquele personagem. rs. O cidadão ficou mega-sério (confesso que até me assustei um pouquinho), porque eu o deixei sem graça, e mandou: "É, vou sentir muito a sua falta mesmo!". Saiu andando.
Rá! Que divertido é fazer com que as pessoas sintam o que elas nos fazem sentir. Eu me divirto com vc mesmooooo. =]
uhuuuuu
E assim o fiz, de forma belíssima.
Estava eu carregando todas as minhas tralhas após um longo dia de trabalho, cheia de bolsas com produtos de limpeza e lixo, e, tcharaaaammmm: Estabaco-me no gelo. Caio em cima do meu joelho. Crise de choro.
Que sensação horrível. Que situação desconfortável. Tá mega inchado. E eu, tendo que tirar a joelheira de um pra por em outro. Uhuuu, juventude.
Mas seguro que meu santo é forte, se seguro.
Ainda pretendo esquiar depois de amanhã, com os dois joelhos machucados. Que beleza!
Após a pseudo-mini-tragédiazinha, fui trabalhar no Matty B`s. Já deveria estar com meu senso de humor apuradíssimo para ter ânimo pra trabalhar depois do acontecido, e assim estava. Nosso chefinho simpaticíssimo não perdeu oportunidade alguma de ser irônico conosco, assim como nós duas fazemos a todo momento. De repente, surge ele me colocando para lavar um treco que eu já tinha limpado. Eu avisei e ele me mostrou sugeira. Falei que tinha colocado na máquina, ele disse que colocar na máquina qualquer um coloca e blablabla. Aí eu resolvi imitá-lo quando ele nos pede pra esfregar melhor as coisas (do mesmo jeito unicíssimo com que pede pra fazer qualquer outra coisa). Acho que o homem não acreditou que eu tava fazendo aquilo. Eu ri, afinal, só faltava atuar na cara dele mesmo, porque todo mundo já tinha me visto naquele personagem. rs. O cidadão ficou mega-sério (confesso que até me assustei um pouquinho), porque eu o deixei sem graça, e mandou: "É, vou sentir muito a sua falta mesmo!". Saiu andando.
Rá! Que divertido é fazer com que as pessoas sintam o que elas nos fazem sentir. Eu me divirto com vc mesmooooo. =]
uhuuuuu
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Tô no intervalo entre um trabalho e outro. Claro, porque agora que eu estou voltando pra casa virei uma profissional rápida. Tenho até tempo de descanso. rs. A molezinha vai ser rara nessa semana, pelo menos até terça...
Nossa programação da semana está belíssima, sem um diazinho vago. Tenho certeza que vai ser muito bom. Pré-viagem, uhul.
To doida pra ir logo e comprar presentinho pra papai e mamãe, porque aqui na não-civilização as compras não são das inesquecíveis. Mas meu Deus do céu, como eu vou colocar biquíni desse jeito? Tô disgusting. É minha crise diária. Vai passar, vai, vai.
Vou comprar minha passagem. Beijo.
Nossa programação da semana está belíssima, sem um diazinho vago. Tenho certeza que vai ser muito bom. Pré-viagem, uhul.
To doida pra ir logo e comprar presentinho pra papai e mamãe, porque aqui na não-civilização as compras não são das inesquecíveis. Mas meu Deus do céu, como eu vou colocar biquíni desse jeito? Tô disgusting. É minha crise diária. Vai passar, vai, vai.
Vou comprar minha passagem. Beijo.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Nuuuuuh, graças a Deus que só me restam dez dias por aqui. Foi agradabilíssimo enquanto durou (o programa e a minha paciência com as ditas dificuldades). Depois de tantos esbarrões, foi-se a tal da paz e harmonia que poderia existir na nossa casinha. Tudo bem, não é mesmo? Quem se importa? Seria muito evoluído da minha parte não discutir uma só vezinha. Mas já passou.
Comprei minha mala ontem, agora só faltam os sacos que tiram o ar das roupas. iupiiiii.
Hoje fizemos comida, até arroz. Ficou uma dilicinha, que orgulho. =P
To doida pelo Sol que me espera, pela comidinha brasileira que está ansiosa por mim, pela noite carioca, pelos sambas. Ê, lelê, e o melhor é a beleza dessa vida: páro de trabalhar exatamente no sábado de carnaval.
Rá!
Comprei minha mala ontem, agora só faltam os sacos que tiram o ar das roupas. iupiiiii.
Hoje fizemos comida, até arroz. Ficou uma dilicinha, que orgulho. =P
To doida pelo Sol que me espera, pela comidinha brasileira que está ansiosa por mim, pela noite carioca, pelos sambas. Ê, lelê, e o melhor é a beleza dessa vida: páro de trabalhar exatamente no sábado de carnaval.
Rá!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O imbecil do meu chefe da lanchonete teve a cara de pau de dizer pro Troy - que é a pessoa mais agradável da região - que ele deveria escolher entre ser nosso amigo ou gerente da cozinha.
Aiiiiiii, que raiva. Como pode alguém ser tão mesquinho? Parece que esse tipo de gente me acompanha onde quer que eu esteja.
Aiiiiiii, que raiva. Como pode alguém ser tão mesquinho? Parece que esse tipo de gente me acompanha onde quer que eu esteja.
Há três dias eu imaginava o diálogo:
- "E aí filha, o que fez no dia de hoje?"
- "Brinquei de morrer, mãe."
=]
Bati com a mulinha do hotel. De novo. Estraçalhei o vidro. Assim, meu coração disparou, quase desmaiei, mas nada demais. A vontade de voltar pro Brasil e não encarar mais nada foi imediata, mas passageira (não tanto). Ai, se meu chefinho não fosse meu querido chefinho. Só porque no dia anterior a Mari tinha dito que eu já estava apta a fazer a prova de direção. Droga. rs.
A, pararei de trabalhar dia 24 mesmo. iupiiiiiiiiii.
- "E aí filha, o que fez no dia de hoje?"
- "Brinquei de morrer, mãe."
=]
Bati com a mulinha do hotel. De novo. Estraçalhei o vidro. Assim, meu coração disparou, quase desmaiei, mas nada demais. A vontade de voltar pro Brasil e não encarar mais nada foi imediata, mas passageira (não tanto). Ai, se meu chefinho não fosse meu querido chefinho. Só porque no dia anterior a Mari tinha dito que eu já estava apta a fazer a prova de direção. Droga. rs.
A, pararei de trabalhar dia 24 mesmo. iupiiiiiiiiii.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
O que foi hoje? Esse meu chefe1 fica nos deixando ganhar por hora e ainda coloca eu e Mariana juntas. Ê, lelê. A gente tinha que fazer todos os lobys (20) em um dia - semana passada eu fiz todos sozinha. Como fazer, então, para passarem as horas se a cada dia conseguimos fazer as coisas mais rápido? Começamos limpando tudo perfeitamente, timtim por timtim, até chegar no "good enough way of work", em que tudo meio arrumadinho já nem precisa ser mexido. Assim, abtraímos bela quantia de trabalho.
Sentamos na entrada de um, no banheiro de outro (passamos um tempo nele, ao ponto da Mari ter que fingir estar passando mal para sair), ficamos dando altas voltas com a mulinha, paramos pra almoçar, pra esquentar o pé, mais voltas com a mulinha... Um hang out sem fim. Ai, duro trabalho. Pena que amanhã tem quarto pra limpar.
À noite, então, fomos trabalhar juntas no Matty B`s. Putaquepariugostoso. O chefe2 tem transtorno tripolar, não é possível. Depois de dois meses de trabalho, ele resolve avisar que a gente tem que secar os pratos que lava. Chamou-nos pelo aviso tão transtornado que mal lembrava nossos nomes. Começou a praticamente nos ofender aos berros, enquanto eu nem a expressão mudei. Iniciamos, assim, a secar os pratos com um paninho. Céus, pra quê? O homem foi a loucura, disse que os panos eram sujos, que a gente deveria deixá-los escorrer (blá blá blá).
Não me aguentei, era raiva demais pra uma pessoa só. Saí da situação com a mesma cara que entrei, mas explodindo, com a maior vontade de virar e falar: "Ah, quer saber? Vai secar você, que eu não estou com a mínima vontade."
Ok, continuei. A cozinha parou. Nunca vi tanta falta de educação. Era todo mundo meio chocado.
Passam-se uns momentos e ele vem de volta:
- "Qual de vocês duas é mais forte?"
Eu não dei nem tempo (a raiva era tanta, que eu só pensava "eu, e vou voar no seu pescoço agora mesmo) e retruquei:
- "Eu!"
- "Tem certeza?"
- "Absoluta."
Aí ele saiu rindo me pedindo para fazer coisas. UUUUUUIIIIII. Se depender de nós, ele vai à falência. No fim da noite, eram menos doze cookies na bandejinha dele. Bom pra gente, que pelo menos tem uma fonte de economia. Matty B`s nelas!
Sentamos na entrada de um, no banheiro de outro (passamos um tempo nele, ao ponto da Mari ter que fingir estar passando mal para sair), ficamos dando altas voltas com a mulinha, paramos pra almoçar, pra esquentar o pé, mais voltas com a mulinha... Um hang out sem fim. Ai, duro trabalho. Pena que amanhã tem quarto pra limpar.
À noite, então, fomos trabalhar juntas no Matty B`s. Putaquepariugostoso. O chefe2 tem transtorno tripolar, não é possível. Depois de dois meses de trabalho, ele resolve avisar que a gente tem que secar os pratos que lava. Chamou-nos pelo aviso tão transtornado que mal lembrava nossos nomes. Começou a praticamente nos ofender aos berros, enquanto eu nem a expressão mudei. Iniciamos, assim, a secar os pratos com um paninho. Céus, pra quê? O homem foi a loucura, disse que os panos eram sujos, que a gente deveria deixá-los escorrer (blá blá blá).
Não me aguentei, era raiva demais pra uma pessoa só. Saí da situação com a mesma cara que entrei, mas explodindo, com a maior vontade de virar e falar: "Ah, quer saber? Vai secar você, que eu não estou com a mínima vontade."
Ok, continuei. A cozinha parou. Nunca vi tanta falta de educação. Era todo mundo meio chocado.
Passam-se uns momentos e ele vem de volta:
- "Qual de vocês duas é mais forte?"
Eu não dei nem tempo (a raiva era tanta, que eu só pensava "eu, e vou voar no seu pescoço agora mesmo) e retruquei:
- "Eu!"
- "Tem certeza?"
- "Absoluta."
Aí ele saiu rindo me pedindo para fazer coisas. UUUUUUIIIIII. Se depender de nós, ele vai à falência. No fim da noite, eram menos doze cookies na bandejinha dele. Bom pra gente, que pelo menos tem uma fonte de economia. Matty B`s nelas!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Ai, essa vida de comer e comprar.
Eu já tava planejando meu projeto emagrecimento pra quando voltar ao Brasil: um mês de academia, acrobacia, médico e massagem. Mas aí o papy vem hoje dizer que a crise tá chegando por aí, deu peninha. Ai, Deus, agora preciso economizar pra ficar bonita. Porque tá tenso, não gosto nem mais de me ver sem roupa. Eu e Maria já até falamos da tal prática da bulimia. Oh, God, terapia pra essa criatura que vos escreve.
Hoje eu não aguentei, tive que comprar a mesma bolsa de cores diferentes. Assim, não dava pra decidir entre a branca com verde e a marrom. Foi-se um dia de trabalho, uma pro dia, outra pra noite. Achei um perfume feminino do meu agrado. Isso que dá sair da roça. Não posso mais até o fim do trabalho.
Nossa, o chefinho resolver dizer pra Mariana que vai ser difícil liberar a gente antes da data. OI? Como assim? Estás louco? Acho que não dá pra perceber a dimensão do meu não-querer mais um dia de housekeeper. 24 já é espera demasiada.
preciso de trabalho quando voltar ao Brasil. preciso de trabalho quando voltar ao Brasil. preciso de trabalho quando voltar ao Brasil. vamos entoar um mantra.
mais um:
preciso de teatro quando voltar à vida real. (...)
ai, papaizinho, será que eu vou me acostumar de novo a esse calor que eu tanto sinto falta?
nossasenhora, hoje a Camila até me mandou um scrap cheio de risadas: "que branquelaaaa".
domingo, 25 de janeiro de 2009
Tem acontecido umas coisas engraçadas por aqui. Algumas que eu nunca imaginaria. Ao mesmo tempo que não aguento mais esse trabalho, não aguento mais limpar banheiro e fazer cama (pensando que ainda tem a cozinha), aqui tá tão legal. É impressionante como pode ser tão melhor do que parece. Estar na roça dos Estados Unidos nem está sendo tão ruim. E dá dó só de pensar que vai acabar, que vai virar saudade. Isso porque quando aqui acabar, volta a vida real. A responsabilidade de ter que me decidir, de ter que procurar estágio, de ter que querer ser alguém. Queria eu que a vida fosse feita de um monte de viagens por estudo e trabalho. Ou quem sabe uma trupe de teatro (não peido grandão)? Ai, quantos pensamentos.
Esses dias acordei lembrando da musiquinha que meus pais cantavam para me acordar "para ir à escolinha". Decidi que devems dar uma festa de carnaval por aqui. Eu e Mari planejamos parar de trabalhar dia 24 de fevereiro, nosso chefe ficou de ver.
Nossa casa tem estado bem mais querida. Passaram os dias pós Nova Iorque - o clima estava tenso por aqui, não faltavam caras feias pelo ar - e as pessoas que haviam surgido por aqui tem colocado a corrente pra funcionar. Dizemos que agora somos a "big family", temos até um cão (Bridgerrrrr).
Tantas mini-coisas legais aconteceram nesses dias e eu nem para reportar. Claro que esqueci de várias. Saquinho.
Melhor aventura ever foi voltar de uma festinha na semana passada e ser pseudo-parado-pela-polícia. Jesus, quase infartei. Primeiro que eu sou menor. E menor não pode beber. Segundo que quem tava dirigindo tinha bebido, e ainda era menor. E ainda não estava no próprio carro (e dirigir no carro dos outros por aqui é sempre um risco). Noooossssa, quando que eu ia imaginar que diante disso tudo a policial nos pararia pra dizer que estávamos na contra-mão? u-fa. sem comentários, por favor. Seria aventura demais para uma semana.
To sentindo tanta falta do teatro. De assistir coisas, de estudar coisas, de atuar coisas, de estar com essas pessoas-coisas tão únicas.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Dia seguinte, de manhã, eu escuto alguém dizer que estava saindo para dar uma volta mas que voltava para nos encontrar. Eu estava dormindo, como todo o resto do quarto, quando o Rogério saiu com o objetivo de ir ao Empire State Building e voltar a tempo de fazer o check out no hostel às 11.
Fui com metade do grupo tomar café e quando voltamos, 11h20min, nada de Rogério. Nosso ônibus era 12h e ainda teríamos que enfrentar o metrô. Quando tentamos ir, a outra metade disse que não era justo que deixássemos o menino por lá. Depois de uma mini-argumentação e uns dez minutos perdidos, resolvemos nos dividir e eu fui na frente com a Mari e outros dois para vermos se o indivíduo não estaria no lugarzinho do ônibus.
Aí começou a saga de carregar as bolsas pesando todas as compras de NY nas trocas de trem. Andamos umas três estações, sendo uma duplicada, porque erramos. Nosso guia deixou pra errar logo no momento mais apressado e importante. Ainda tinha o ônibus de uma hora, que era nossa esperança. Tinha que ser ele, ou então não chegaríamos em Boston antes das 5h15mim - horário que sai o de lá para North Conway.
Chegamos em Chinatown só para o de uma e meia. Encontramos a outra metade lá, vencida pelo tal pensamento egocêntrico tão criticado.
Chegamos na rodoviária de Boston só às seis, mas acho mesmo que a culpa foi toda do motorista de ônibus, que demorou muito na paradinha do banheiro (nooooot). Como a civilização aqui não permite que as pessoas sejam felizes sem terem seu próprio carro, nossa única solução seria dormir por lá para esperar o próximo ônibus que nos servia: às dez da manhã.
De seis da tarde às dez da manhã... humm... deixe-me ver: dezesseis horas. Considero super tranquilo para passar num lugar frio. Ai, juro que não tivesse tão frio la dentro seria tão mais suportável... No fim da história a gente já havia tentado se esquenta no único lugar que parecia sair de fato ar quente do aquecedor, mas o segurança não tinha deixado, porque era área reservada. Mostrou-nos um outro atalho que nos fez preferir passar as últimas horas de exaustão em pé do que confortáveis nas nossas cadeirinhas. Exaustão porque o frio não nos deixava dormir. Não havia cochilo que resolvesse. Tentamos um banquinho que tinha no banheiro, mas só a Mari que venceu a pedra de mármore. Nada feito.
Horas e horas de torturinha, sendo levados ao limite. Perdendo um dia de trabalho. Hum...
Para o cidadão chegar na mesma noite que a gente, dizer que dormiu no albergue e visitou museus no dia seguinte ao de seu desencontro pra não desperdiçar tempo.
Mas eu só não consigo parar de me perguntar uma coisa: Se está perdido, por que não pega a porra de um táxi?
- Ah, porque é muito mais legal a aventura de passar um dia sozinho em Nova Iorque.
Fui com metade do grupo tomar café e quando voltamos, 11h20min, nada de Rogério. Nosso ônibus era 12h e ainda teríamos que enfrentar o metrô. Quando tentamos ir, a outra metade disse que não era justo que deixássemos o menino por lá. Depois de uma mini-argumentação e uns dez minutos perdidos, resolvemos nos dividir e eu fui na frente com a Mari e outros dois para vermos se o indivíduo não estaria no lugarzinho do ônibus.
Aí começou a saga de carregar as bolsas pesando todas as compras de NY nas trocas de trem. Andamos umas três estações, sendo uma duplicada, porque erramos. Nosso guia deixou pra errar logo no momento mais apressado e importante. Ainda tinha o ônibus de uma hora, que era nossa esperança. Tinha que ser ele, ou então não chegaríamos em Boston antes das 5h15mim - horário que sai o de lá para North Conway.
Chegamos em Chinatown só para o de uma e meia. Encontramos a outra metade lá, vencida pelo tal pensamento egocêntrico tão criticado.
Chegamos na rodoviária de Boston só às seis, mas acho mesmo que a culpa foi toda do motorista de ônibus, que demorou muito na paradinha do banheiro (nooooot). Como a civilização aqui não permite que as pessoas sejam felizes sem terem seu próprio carro, nossa única solução seria dormir por lá para esperar o próximo ônibus que nos servia: às dez da manhã.
De seis da tarde às dez da manhã... humm... deixe-me ver: dezesseis horas. Considero super tranquilo para passar num lugar frio. Ai, juro que não tivesse tão frio la dentro seria tão mais suportável... No fim da história a gente já havia tentado se esquenta no único lugar que parecia sair de fato ar quente do aquecedor, mas o segurança não tinha deixado, porque era área reservada. Mostrou-nos um outro atalho que nos fez preferir passar as últimas horas de exaustão em pé do que confortáveis nas nossas cadeirinhas. Exaustão porque o frio não nos deixava dormir. Não havia cochilo que resolvesse. Tentamos um banquinho que tinha no banheiro, mas só a Mari que venceu a pedra de mármore. Nada feito.
Horas e horas de torturinha, sendo levados ao limite. Perdendo um dia de trabalho. Hum...
Para o cidadão chegar na mesma noite que a gente, dizer que dormiu no albergue e visitou museus no dia seguinte ao de seu desencontro pra não desperdiçar tempo.
Mas eu só não consigo parar de me perguntar uma coisa: Se está perdido, por que não pega a porra de um táxi?
- Ah, porque é muito mais legal a aventura de passar um dia sozinho em Nova Iorque.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
New York City.
Tanta fama que nos fez aturar oito horas de viagem divididas em dois ônibus e algumas histórias a mais… Saímos de Bartlet na terça de manhã, contando com a boa vontade de duas pessoas muito caridosas que dormiram aqui em casa para nos dar carona até North Conway cedinho. Eu, Mari, quatro pessoas das cinco daqui de casa (o peruano ficou), Marcus e Rafa (os mineiros que conhecemos na festa de ano novo), rumo a um quartinho de oito em um albergue qualquer.
Na noite em que chegamos só perambulamos mesmo, e foi o dia em que de fato tiramos fotos. Foi uma noite não tão fria, o que nos permitia tirar a luva e pegar a máquina, e parar, e posar, e guardar tudo sem morrer.
No dia seguinte, já não dava mais. Aliás, não dava mais pra fazer muitas coisas. O vento no olho só permitia lacrimejar. Eu nem parecia vinda da montanha de neve que me rodeia todo-santo-dia. Perambulamos mais e mais. Quando cheguei no albergue à noite, meu dedinho sangrava por causa da unha e de tanto andar.
Quinta-feira, meu aniversário. Acho que só tenho duas fotos desse dia, que tiramos em grupoi no quarto à noite só pra não dizer que passou um branco. O bolo foi substituído por um agradabilíssimo pedaço de brownie e a festa, por um dia no Outlet. Ê lelê. Nesse dia, papai ainda morreu num macbook.
Começamos numa correria pra alcançar o ônibus que nos levaria pra New Jersey, o que não fôra tão válido, visto que os safados dos vendedores das passagens e o motorista ficavam enrolando para conseguirem mais passageiros. Papapá, estamos nós no Outlet aberto, num puta frio. Passei a tarde comprando. Perdemos assim tanto tempo que nem deu para almoçar. A sorte ainda nos trouxe a Rafaela, pior que eu e Mari juntas quando o negócio é consumir. Um beleza.
Na volta, quase perdemos o ônibus porque não sabíamos que não havia vários horários. Acabamos correndo atrás dele, batendo atrás para ele parar. Já tínhamos pago.
Foi nesse dia que o tal do avião caiu por lá. Engraçado que quando esávamos esperando no ônibus para irmos, de manhã, ouvimos várias sirenes, que fez com que a Mari falasse: "Já pensou se acontece um atentado, um incêndio na cidade? Ainda bem que estamos saindo hoje." Bela tentativa. =P
Cheguei em casa, curti um quartinho, uma ostentação do que cada um comprou e saí pra comprar meu computador. Graças à criatura mais solícita ever, que saiu comigo meia-noite pra ir na loja da apple. Valeu a pena, foi um pedaço de noite bastante agradável.
Tanta fama que nos fez aturar oito horas de viagem divididas em dois ônibus e algumas histórias a mais… Saímos de Bartlet na terça de manhã, contando com a boa vontade de duas pessoas muito caridosas que dormiram aqui em casa para nos dar carona até North Conway cedinho. Eu, Mari, quatro pessoas das cinco daqui de casa (o peruano ficou), Marcus e Rafa (os mineiros que conhecemos na festa de ano novo), rumo a um quartinho de oito em um albergue qualquer.
Na noite em que chegamos só perambulamos mesmo, e foi o dia em que de fato tiramos fotos. Foi uma noite não tão fria, o que nos permitia tirar a luva e pegar a máquina, e parar, e posar, e guardar tudo sem morrer.
No dia seguinte, já não dava mais. Aliás, não dava mais pra fazer muitas coisas. O vento no olho só permitia lacrimejar. Eu nem parecia vinda da montanha de neve que me rodeia todo-santo-dia. Perambulamos mais e mais. Quando cheguei no albergue à noite, meu dedinho sangrava por causa da unha e de tanto andar.
Quinta-feira, meu aniversário. Acho que só tenho duas fotos desse dia, que tiramos em grupoi no quarto à noite só pra não dizer que passou um branco. O bolo foi substituído por um agradabilíssimo pedaço de brownie e a festa, por um dia no Outlet. Ê lelê. Nesse dia, papai ainda morreu num macbook.
Começamos numa correria pra alcançar o ônibus que nos levaria pra New Jersey, o que não fôra tão válido, visto que os safados dos vendedores das passagens e o motorista ficavam enrolando para conseguirem mais passageiros. Papapá, estamos nós no Outlet aberto, num puta frio. Passei a tarde comprando. Perdemos assim tanto tempo que nem deu para almoçar. A sorte ainda nos trouxe a Rafaela, pior que eu e Mari juntas quando o negócio é consumir. Um beleza.
Na volta, quase perdemos o ônibus porque não sabíamos que não havia vários horários. Acabamos correndo atrás dele, batendo atrás para ele parar. Já tínhamos pago.
Foi nesse dia que o tal do avião caiu por lá. Engraçado que quando esávamos esperando no ônibus para irmos, de manhã, ouvimos várias sirenes, que fez com que a Mari falasse: "Já pensou se acontece um atentado, um incêndio na cidade? Ainda bem que estamos saindo hoje." Bela tentativa. =P
Cheguei em casa, curti um quartinho, uma ostentação do que cada um comprou e saí pra comprar meu computador. Graças à criatura mais solícita ever, que saiu comigo meia-noite pra ir na loja da apple. Valeu a pena, foi um pedaço de noite bastante agradável.
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