segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

New York City.
Tanta fama que nos fez aturar oito horas de viagem divididas em dois ônibus e algumas histórias a mais… Saímos de Bartlet na terça de manhã, contando com a boa vontade de duas pessoas muito caridosas que dormiram aqui em casa para nos dar carona até North Conway cedinho. Eu, Mari, quatro pessoas das cinco daqui de casa (o peruano ficou), Marcus e Rafa (os mineiros que conhecemos na festa de ano novo), rumo a um quartinho de oito em um albergue qualquer.
Na noite em que chegamos só perambulamos mesmo, e foi o dia em que de fato tiramos fotos. Foi uma noite não tão fria, o que nos permitia tirar a luva e pegar a máquina, e parar, e posar, e guardar tudo sem morrer.
No dia seguinte, já não dava mais. Aliás, não dava mais pra fazer muitas coisas. O vento no olho só permitia lacrimejar. Eu nem parecia vinda da montanha de neve que me rodeia todo-santo-dia. Perambulamos mais e mais. Quando cheguei no albergue à noite, meu dedinho sangrava por causa da unha e de tanto andar.
Quinta-feira, meu aniversário. Acho que só tenho duas fotos desse dia, que tiramos em grupoi no quarto à noite só pra não dizer que passou um branco. O bolo foi substituído por um agradabilíssimo pedaço de brownie e a festa, por um dia no Outlet. Ê lelê. Nesse dia, papai ainda morreu num macbook.
Começamos numa correria pra alcançar o ônibus que nos levaria pra New Jersey, o que não fôra tão válido, visto que os safados dos vendedores das passagens e o motorista ficavam enrolando para conseguirem mais passageiros. Papapá, estamos nós no Outlet aberto, num puta frio. Passei a tarde comprando. Perdemos assim tanto tempo que nem deu para almoçar. A sorte ainda nos trouxe a Rafaela, pior que eu e Mari juntas quando o negócio é consumir. Um beleza.
Na volta, quase perdemos o ônibus porque não sabíamos que não havia vários horários. Acabamos correndo atrás dele, batendo atrás para ele parar. Já tínhamos pago.
Foi nesse dia que o tal do avião caiu por lá. Engraçado que quando esávamos esperando no ônibus para irmos, de manhã, ouvimos várias sirenes, que fez com que a Mari falasse: "Já pensou se acontece um atentado, um incêndio na cidade? Ainda bem que estamos saindo hoje." Bela tentativa. =P
Cheguei em casa, curti um quartinho, uma ostentação do que cada um comprou e saí pra comprar meu computador. Graças à criatura mais solícita ever, que saiu comigo meia-noite pra ir na loja da apple. Valeu a pena, foi um pedaço de noite bastante agradável.

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