Há três dias eu imaginava o diálogo:
- "E aí filha, o que fez no dia de hoje?"
- "Brinquei de morrer, mãe."
=]
Bati com a mulinha do hotel. De novo. Estraçalhei o vidro. Assim, meu coração disparou, quase desmaiei, mas nada demais. A vontade de voltar pro Brasil e não encarar mais nada foi imediata, mas passageira (não tanto). Ai, se meu chefinho não fosse meu querido chefinho. Só porque no dia anterior a Mari tinha dito que eu já estava apta a fazer a prova de direção. Droga. rs.
A, pararei de trabalhar dia 24 mesmo. iupiiiiiiiiii.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
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