domingo, 18 de janeiro de 2009

Muito o que dizer, depois de tanto tempo. Acabei cansando do perrengue de tentar um tempinho no jurassic computer do hotel para escrever meia dúzia de palavras em intervalos de trabalho.
Tinha tanto a dizer, acabei desanimando de falar grande parte.
Meu ano novo foi em uma festa, em uma casa de desconhecidos das mais variadas nacionalidades. Conhecemos uma pessoas bem agradáveis, invadi o computador alheio iniciando os trabalhos com "gaiola das popozudas" e garantindo o sucesso ainda maior da festa. A casa tinha uma "passagem secreta" para fugas, caso a polícia aparecesse. Além de todos os menores bebendo, também tinha um menino sob condicional. O próprio resolveu se apaixonar por mim e foi a coisa mais engraçada da noite. Ele só falava duas coisas, num português bem bambo: muito bonita (e eu só pensava na Stheph e o que ela me dizia e me escreveu). Pra gente, ele virou o "refugiado". Quando teve festa aqui em casa, mais ou menos uma semana depois, acordamos com ele no sofá da sala.

Na primeira semana do ano fomos um dia pra Maine em busca de computadores. Acabei não comprando o meu (adiquirido em NYC) mas fazendo uma pequena farra na Abercrombie (momento lembrança mor de Dona Débora).

Teve a tal festa aqui em casa; passamos a trabalhar sozinhos e ganhando não mais por hora (o que não tem dado muito certo devido a falta de trabalho - cada dia nos mandam fazer uma coisa diferente). Temos sentido bem mais frio. O costume que nos fazia sair de camiseta e casaquinho mostrou-se traiçoeiro - Janeiro veio que veio. É de chorar de não sentir os dedos dos pés (tá, eu dei uma exagerada, o choro não tem tanto a ver assim com os dedos sensíveis, mas sim com o vento na cara mesmo). Nesse meio tempo, chefinho liberou a folga que nos levou a NYC. Assunto para o próximo merecido tópico.

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