Foi difícil ir embora, confesso.
Não pelo trabalho, mas pelos rostinhos que ficarão perdidos. Pessoas que nunca mais verei. É tão triste pensar nisso. Mas passa.
Na última semana em Bartlett, destaque para nossa tentativa de ski. Deveras divertido (acredito que mais ainda para quem estava nos assistindo). Eu e Mariana fomos bem-sucedidas na parte "tapete mágico", onde crianças de dopis anos aprendem a esquiar. Fora dele, foi o meu tombo logo após sair do lift, batendo com a cabeça, e a minha percepção de que não tinha aprendido a freiar e já era um pouco tarde. Tive que me jogar na neve para não rolar montanha abaixo. Desastrinho, descemos caminhando sem os skis. Contentação em voltarmos para a parte infantil apenas para mais algumas tentativas, dessa vez com a câmera na mão, o que compensou bastante o esforço.
O último dia me fez gastar as lágrimas, quem diria.
Deixamos New Hampshire depois de uma noite de festa. Pegamos o ônibus para o aeroporto de Boston pela manhã. Chegando lá, direto a uma balança. Depois de uns três dias gastos para resolver o peso das malas, o que ia ficar por lá e como dividir tudinho nas minhas duas de carrindo e em uma de mão, voltamos ao marco zero. As minhas duas de rodinha passavam uns dois quilos e a de mão estava de fato pesada. Sem contar a atravessada com o computador e a câmera. Sentamos, eu e Mari, no banquinho mais próximo à balança para começarmos a tirar nossas coisas. Muito ficou, muito a Mari vestiu, muito eu demorei para chegar ao peso qua-se ideal. Mas foi assim mesmo, good enough. Mais algumas horas esperando e vamos lá. O vôo ainda atrasou três horas. Dentro do avião, com tudo acertado, não partíamos por algum problema na iluminação e pela demora da manutenção. Até o esperado aviso de que teríamos que trocar de avião. U-hul.
Passados os perrengues do metrô, da estação de ônibus, da mula quebrada, da queda do lift do ski, das malas caberem no taxi, mais esse. Ainda bem que não planejamos ir a lugar algum de barco.
Mais um dia viajando e assim economizamos uma noite de albergue.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Minha sorte de hoje dizia: Pratique exercícios.
E assim o fiz, de forma belíssima.
Estava eu carregando todas as minhas tralhas após um longo dia de trabalho, cheia de bolsas com produtos de limpeza e lixo, e, tcharaaaammmm: Estabaco-me no gelo. Caio em cima do meu joelho. Crise de choro.
Que sensação horrível. Que situação desconfortável. Tá mega inchado. E eu, tendo que tirar a joelheira de um pra por em outro. Uhuuu, juventude.
Mas seguro que meu santo é forte, se seguro.
Ainda pretendo esquiar depois de amanhã, com os dois joelhos machucados. Que beleza!
Após a pseudo-mini-tragédiazinha, fui trabalhar no Matty B`s. Já deveria estar com meu senso de humor apuradíssimo para ter ânimo pra trabalhar depois do acontecido, e assim estava. Nosso chefinho simpaticíssimo não perdeu oportunidade alguma de ser irônico conosco, assim como nós duas fazemos a todo momento. De repente, surge ele me colocando para lavar um treco que eu já tinha limpado. Eu avisei e ele me mostrou sugeira. Falei que tinha colocado na máquina, ele disse que colocar na máquina qualquer um coloca e blablabla. Aí eu resolvi imitá-lo quando ele nos pede pra esfregar melhor as coisas (do mesmo jeito unicíssimo com que pede pra fazer qualquer outra coisa). Acho que o homem não acreditou que eu tava fazendo aquilo. Eu ri, afinal, só faltava atuar na cara dele mesmo, porque todo mundo já tinha me visto naquele personagem. rs. O cidadão ficou mega-sério (confesso que até me assustei um pouquinho), porque eu o deixei sem graça, e mandou: "É, vou sentir muito a sua falta mesmo!". Saiu andando.
Rá! Que divertido é fazer com que as pessoas sintam o que elas nos fazem sentir. Eu me divirto com vc mesmooooo. =]
uhuuuuu
E assim o fiz, de forma belíssima.
Estava eu carregando todas as minhas tralhas após um longo dia de trabalho, cheia de bolsas com produtos de limpeza e lixo, e, tcharaaaammmm: Estabaco-me no gelo. Caio em cima do meu joelho. Crise de choro.
Que sensação horrível. Que situação desconfortável. Tá mega inchado. E eu, tendo que tirar a joelheira de um pra por em outro. Uhuuu, juventude.
Mas seguro que meu santo é forte, se seguro.
Ainda pretendo esquiar depois de amanhã, com os dois joelhos machucados. Que beleza!
Após a pseudo-mini-tragédiazinha, fui trabalhar no Matty B`s. Já deveria estar com meu senso de humor apuradíssimo para ter ânimo pra trabalhar depois do acontecido, e assim estava. Nosso chefinho simpaticíssimo não perdeu oportunidade alguma de ser irônico conosco, assim como nós duas fazemos a todo momento. De repente, surge ele me colocando para lavar um treco que eu já tinha limpado. Eu avisei e ele me mostrou sugeira. Falei que tinha colocado na máquina, ele disse que colocar na máquina qualquer um coloca e blablabla. Aí eu resolvi imitá-lo quando ele nos pede pra esfregar melhor as coisas (do mesmo jeito unicíssimo com que pede pra fazer qualquer outra coisa). Acho que o homem não acreditou que eu tava fazendo aquilo. Eu ri, afinal, só faltava atuar na cara dele mesmo, porque todo mundo já tinha me visto naquele personagem. rs. O cidadão ficou mega-sério (confesso que até me assustei um pouquinho), porque eu o deixei sem graça, e mandou: "É, vou sentir muito a sua falta mesmo!". Saiu andando.
Rá! Que divertido é fazer com que as pessoas sintam o que elas nos fazem sentir. Eu me divirto com vc mesmooooo. =]
uhuuuuu
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Tô no intervalo entre um trabalho e outro. Claro, porque agora que eu estou voltando pra casa virei uma profissional rápida. Tenho até tempo de descanso. rs. A molezinha vai ser rara nessa semana, pelo menos até terça...
Nossa programação da semana está belíssima, sem um diazinho vago. Tenho certeza que vai ser muito bom. Pré-viagem, uhul.
To doida pra ir logo e comprar presentinho pra papai e mamãe, porque aqui na não-civilização as compras não são das inesquecíveis. Mas meu Deus do céu, como eu vou colocar biquíni desse jeito? Tô disgusting. É minha crise diária. Vai passar, vai, vai.
Vou comprar minha passagem. Beijo.
Nossa programação da semana está belíssima, sem um diazinho vago. Tenho certeza que vai ser muito bom. Pré-viagem, uhul.
To doida pra ir logo e comprar presentinho pra papai e mamãe, porque aqui na não-civilização as compras não são das inesquecíveis. Mas meu Deus do céu, como eu vou colocar biquíni desse jeito? Tô disgusting. É minha crise diária. Vai passar, vai, vai.
Vou comprar minha passagem. Beijo.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Nuuuuuh, graças a Deus que só me restam dez dias por aqui. Foi agradabilíssimo enquanto durou (o programa e a minha paciência com as ditas dificuldades). Depois de tantos esbarrões, foi-se a tal da paz e harmonia que poderia existir na nossa casinha. Tudo bem, não é mesmo? Quem se importa? Seria muito evoluído da minha parte não discutir uma só vezinha. Mas já passou.
Comprei minha mala ontem, agora só faltam os sacos que tiram o ar das roupas. iupiiiii.
Hoje fizemos comida, até arroz. Ficou uma dilicinha, que orgulho. =P
To doida pelo Sol que me espera, pela comidinha brasileira que está ansiosa por mim, pela noite carioca, pelos sambas. Ê, lelê, e o melhor é a beleza dessa vida: páro de trabalhar exatamente no sábado de carnaval.
Rá!
Comprei minha mala ontem, agora só faltam os sacos que tiram o ar das roupas. iupiiiii.
Hoje fizemos comida, até arroz. Ficou uma dilicinha, que orgulho. =P
To doida pelo Sol que me espera, pela comidinha brasileira que está ansiosa por mim, pela noite carioca, pelos sambas. Ê, lelê, e o melhor é a beleza dessa vida: páro de trabalhar exatamente no sábado de carnaval.
Rá!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O imbecil do meu chefe da lanchonete teve a cara de pau de dizer pro Troy - que é a pessoa mais agradável da região - que ele deveria escolher entre ser nosso amigo ou gerente da cozinha.
Aiiiiiii, que raiva. Como pode alguém ser tão mesquinho? Parece que esse tipo de gente me acompanha onde quer que eu esteja.
Aiiiiiii, que raiva. Como pode alguém ser tão mesquinho? Parece que esse tipo de gente me acompanha onde quer que eu esteja.
Há três dias eu imaginava o diálogo:
- "E aí filha, o que fez no dia de hoje?"
- "Brinquei de morrer, mãe."
=]
Bati com a mulinha do hotel. De novo. Estraçalhei o vidro. Assim, meu coração disparou, quase desmaiei, mas nada demais. A vontade de voltar pro Brasil e não encarar mais nada foi imediata, mas passageira (não tanto). Ai, se meu chefinho não fosse meu querido chefinho. Só porque no dia anterior a Mari tinha dito que eu já estava apta a fazer a prova de direção. Droga. rs.
A, pararei de trabalhar dia 24 mesmo. iupiiiiiiiiii.
- "E aí filha, o que fez no dia de hoje?"
- "Brinquei de morrer, mãe."
=]
Bati com a mulinha do hotel. De novo. Estraçalhei o vidro. Assim, meu coração disparou, quase desmaiei, mas nada demais. A vontade de voltar pro Brasil e não encarar mais nada foi imediata, mas passageira (não tanto). Ai, se meu chefinho não fosse meu querido chefinho. Só porque no dia anterior a Mari tinha dito que eu já estava apta a fazer a prova de direção. Droga. rs.
A, pararei de trabalhar dia 24 mesmo. iupiiiiiiiiii.
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