quinta-feira, 5 de março de 2009

Vai chegarrrrrrr, vai chegar hojeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE.
Não tenho espaço para tanto sorriso, por mais larga que esteja minha caroça.
=D
Meu Deus, como estou tristinha.
Vindo para Miami, conexão em Dalas. Uma das minhas malas não chegou ao destino final. A mais importante, com tudo meu. A mala que veio eu deixaria no cofre do aeroporto sem problemas, por não precisar de mais nada que tem nela.
Tudo que eu comprei nesses meses com o suor do meu difícil trabalho está na outra mala. Ontem chegaram na cidade mais cinco vôos vindos de Dalas e nada. Minhas esperanças estão acabando e a calma de ontem já não está tão presente. Acordei ás sete e descobrindo que não tenho bagagem ainda, não voltei a dormir. Precisava desabafar. Acho que precisava de um colo mesmo.
A gente passou muito perrengue nessa viagem, mas esse já é demais. Não precisava, juro.

terça-feira, 3 de março de 2009

Então, tô aqui nessa tal de California, encostada no mochilão de uma das suecas do meu quarto do albergue, que é o local mais confortável do momento. Essas suecas, que bem aqui cabe dizer, foram a tortura reservada a nós. Eu e Mari caímos no mesmo quarto da dupla. Duas loiras, uma platinada, bem Paris Hilton, outra mais melzinho; magras na medida, maravilhosas e bem vestidas para quem está "viajando o mundo há uns meses". Até a unha elas fizeram. Já diria meu pai: "Quem pode pode, quem não pode se sacode".
A primeira parada foi San Francisco, depois de toda a mini-dor-de-cabeça do aeroporto/avião. Bastante agradável, me fez gastar um dinheiro. Lá eu encontrei meu óculos, lá eu comprei minhas maquiagens. Passamos uns bons dias. É um dos lugares de maior custo de vida, e essa frase basta por si só.
Vimos muita gente esquisita. O Tenderloin - local para não se ir, já diria o Troy - proporciona à cidade uma variedade de estilos. Nenhum agradável. Eu e Mari parecíamos umas malucas, de tão espertas que ficamos. No ônibus que pegamos do aeroporto, enquanto conversámos com as pessoas, fomos assustadas a ponto de escutarmos que poderiam colocar uma arma na nossa cabeça. (Peraí, eu não tinha saído do Brasil?)
Assim, a cada figura que cruzávamos, dávamos aquele pique com o corpo tensionado, típico do carioca. No último dia na cidade, chegamos a sair de um ônibus devido a um cidadão que resolveu até mudar de banquinho para se chegar mais pra perto. Marquinho, tadinho, ingênio (e mostrando ser de BH), foi curto e grosso: "Porra, vcs não estão no Rio, não!". Mais uns dias com a gente e ele ficou ligeirinho, já até nos mandava entrar "na loja mais próxima".
Vale a pena ir a San Francisco, rende belas fotos. Mas acho que não vale voltar...
Hollywood. O que é Hollywood?
Chegamos com os pés pelas mãos, errando o primeiro ônibus pego ao descer do de passeio e chegando quase na periferia. Apesar da agradabilidade do hostel, a cidade fez de tudo para me decepcionar. E foi muito bem-sucedida.
Sentia-me em Copacabana, com todo aquele luxo decadente. Um glamour inexistente, que não se sabe de onde veio. Era andar até a calçada da fama e dizer "É isso aqui??" na hora de chegar.
No segundo dia, foms às praias. A surpresinha foi encontrar o Papa por lá, sem marcar. Santa Mônica e seu píer, adorável visual. Com carrousel e roda gigante. Já Venice Beach, meldels. Era gente catando lixo, cheiro ruim, barraquinhas das mais pobrezitas. Me senti da Praia da Bica e ponto final. Zarpamos de lá o quanto antes, sem nem vermos o letreirozinho. Para completar, o perrengue do taxi. Com a sorte que temos, é claro, pegamos um taxista filho-da-puta que não queria nos levar para a bus station que queríamos. Tentou dizer que não estava funcionando, mas acabou dando umas belas voltas para chegar no mesmo lugar. Finalizando, fez um escândalo porque queria mais dinheiro, porque havíamos tirado ele do ponto bem-frequentado para uma viagem curta. A tensão foi tanta que nosso amiguinho até teve que gritar, o que não é algo tão frequente assim...
Ah, e Hollywood não vale nem a primeira ida, a quem interessar possa.
Assim, chegamos a San Diego, no hostel melhor localizado, na quinta avenida, cercado de restaurantes do mais alto escalão. Sábado a noite, bombando, e nós não podíamos entrar em um clubezinho sequer. Por aqui, fomos A Harbor, Old Town, Zoo e amanhã tem Coronado.
Como a taxa aqui é a menor, compramos presentinhos.
Ontem, tomando sorvete, eu e Mari conhecemos uns brasileiros. Fomos com eles até uma pseudo-festa. Mega-coincidentemente, eram do memso grupo do Glauber, um menino que eu conheço do Rio (que, na verdade, conheci numa viagem à Gramado). Legal de dizer.
=]
Acabei de arrumar minhas malas há pouco. Amanhã é dia de check out no hostel e hang out o dia inteiro até que dê a nossa hora de partir.
Adorable!